Resumo executivo · ouça ou leia
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670 mil mulheres morrem de câncer de mama todos os anos no mundo, 21 mil no Brasil, porque o câncer as encontra antes de elas encontrarem o câncer. Quatro em cada dez brasileiras recebem o diagnóstico em estágio III ou IV, quando tratar custa cinco vezes mais e salva três vezes menos. Isso não acontece por falta de ciência. Acontece porque o único rastreio que existe, a mamografia, exige o que o país não tem distribuído: mamógrafos, radiologistas e estradas. 77% dos municípios não têm o aparelho; o SUS alcança 22% das mulheres de 50 a 69 e nunca chegou à meta de 70%; abaixo dos 50, onde aparecem 44% dos casos, a mamografia perde sensibilidade e a mulher simplesmente não é rastreada.
O RosalindTest é um exame de sangue que rastreia câncer de mama por um sinal molecular, com 90,7% de sensibilidade e 96,5% de especificidade, validado em cerca de 2.000 mulheres e publicado na Nature Scientific Reports. Nasceu de dez anos de pesquisa na Faculdade de Medicina do ABC e é operado pela LiqSci, que já realizou a primeira comercialização. A coleta acontece onde a mulher está: posto de saúde, empresa, casa, barco. A amostra viaja em temperatura ambiente até um laboratório central, onde uma máquina processa 8 mil exames por mês em 50 m², e 25 a 30 mil com equipamento maior. Não depende de densidade mamária nem de idade: serve a qualquer mulher a partir dos 18 anos.
A comparação com a mamografia não é de exame contra exame, é de indústria contra logística. O repasse da mamografia no SUS é de R$ 45 a R$ 70, mas o custo real não é esse. A mamografia não é o diagnóstico definitivo: ela é uma probabilidade. O diagnóstico é a biópsia, sempre. A cada mil mulheres rastreadas, 90 voltam para nova imagem, 16 vão à biópsia e 5 têm câncer, em três filas que somam 50 dias até o diagnóstico e 75 até o tratamento, mais de 150 no Norte e Nordeste. Levar essa indústria a 70% do Brasil exigiria 2 mil mamógrafos e até 2.400 radiologistas que levam nove anos para formar. O mesmo alcance com o Rosalind exige 175 máquinas e nenhum especialista novo, porque a rede de coleta já existe: são 40 mil UBS.
A conta fecha para quem paga. Tratar um câncer em estágio I custa R$ 74 mil ao SUS; em estágio IV, R$ 381 mil, para 30% de sobrevida. Garantir o remédio para quem chega tarde custa R$ 1,3 milhão por vida salva no SUS e R$ 5 milhões no privado. Rastrear com o Rosalind a R$ 535 por exame custa menos do que o tratamento tardio que evita: no cenário de São Paulo, R$ 401 milhões por ano de rastreio contra R$ 550 milhões de tratamento evitado no mesmo ano. Contando só a economia do SUS, o custo líquido fica em R$ 18 mil por ano de vida ganho, abaixo da régua de R$ 40 mil da CONITEC. Ficar como está custa ao país R$ 6,3 bilhões por ano entre tratamento tardio e Previdência, 10 mil mamas perdidas e 8 mil mortes evitáveis.
E começa pequeno. Uma rodada de R$ 10,5 milhões, 10% da empresa a R$ 94 milhões pre-money, cobre o estado de São Paulo inteiro na cobertura que o SUS pratica hoje: EBITDA positivo no ano 1, caixa positivo no ano 3, 648 mortes evitadas por ano. O cheque quase não muda quando o plano cresce, porque a receita de cada ano compra as máquinas e os estados do ano seguinte: Sudeste, Sul e DF com R$ 11 milhões; o Brasil inteiro com R$ 11,2 milhões, 35 máquinas, 2,4 milhões de exames e 2 mil mortes evitadas por ano, chegando a R$ 1,8 bilhão de receita e R$ 273 milhões de EBITDA no ano 10. No rastreio universal, são 18 a 26 mil mortes evitadas por ano, o degrau inteiro do Brasil, com R$ 192 milhões de capex total, menos do que o INSS gasta em dois meses com auxílio-doença por câncer de mama. Fora do Brasil, 1 bilhão de mulheres na mesma situação, atendidas por licenciamento.
Para o investidor, salvar meio milhão de mulheres também é um ótimo negócio: no cenário Brasil, os 10% comprados hoje por R$ 10,5 milhões, diluídos para 9% numa Série A a 3× no ano 1, valem R$ 134 milhões no ano 5 e R$ 198 milhões no ano 10, mais R$ 59 milhões em dividendos a partir do ano 4. São 24 vezes o capital em dez anos, 38% ao ano, num negócio que se paga em três anos e distribui a partir do quarto. A tecnologia já existe, a rede de coleta já existe, o primeiro exame já foi vendido. O que falta é escala. Rastrear é um direito; o Rosalind é a logística que o torna possível.
670,000 women die of breast cancer every year in the world, 21,000 of them in Brazil, because the cancer finds them before they find the cancer. Four in ten Brazilian women are diagnosed at stage III or IV, when treatment costs five times more and saves three times fewer lives. This is not for lack of science. It happens because the only screening that exists, mammography, demands what the country has never managed to distribute: mammography units, radiologists and roads. 77% of municipalities have no machine; the public health system reaches 22% of women aged 50 to 69 and has never hit its 70% target; below 50, where 44% of cases appear, mammography loses sensitivity and the woman is simply not screened.
RosalindTest is a blood test that screens for breast cancer through a molecular signal, with 90.7% sensitivity and 96.5% specificity, validated in about 2,000 women and published in Nature Scientific Reports. It was born from ten years of research at the ABC School of Medicine and is operated by LiqSci, which has already made its first commercial sale. The sample is collected wherever the woman is: a health post, a company, her home, a boat. It travels at room temperature to a central laboratory, where one machine processes 8,000 tests a month in 50 square metres, and 25 to 30 thousand with larger equipment. It does not depend on breast density or age: it serves any woman from 18 onwards.
The comparison with mammography is not test against test; it is an industry against a logistics chain. The public system reimburses 45 to 70 reais for a mammogram, but the real cost is not that. Mammography is not the definitive diagnosis: it is a probability. The diagnosis is the biopsy, always. For every thousand women screened, 90 are called back for more imaging, 16 go to biopsy and 5 have cancer, across three queues that add up to 50 days to diagnosis and 75 to treatment, more than 150 in the North and Northeast. Taking that industry to 70% of Brazil would require 2,000 mammography units and up to 2,400 radiologists who take nine years to train. The same reach with Rosalind requires 175 machines and not one new specialist, because the collection network already exists: 40,000 primary care units.
The numbers work for whoever pays. Treating a stage I cancer costs the public system 74,000 reais; stage IV costs 381,000, for 30% survival. Guaranteeing the drug for those who arrive late costs 1.3 million reais per life saved in the public system and 5 million in the private one. Screening with Rosalind at 535 reais per test costs less than the late treatment it avoids: in the São Paulo scenario, 401 million reais a year of screening against 550 million of treatment avoided in the same year. Counting only public savings, the net cost is 18,000 reais per life-year gained, below the 40,000 threshold used by Brazil's health technology agency. Staying as we are costs the country 6.3 billion reais a year in late treatment and social security, 10,000 breasts lost and 8,000 avoidable deaths.
And it starts small. A round of 10.5 million reais, 10% of the company at a 94 million pre-money valuation, covers the whole state of São Paulo at the coverage the public system practises today: positive EBITDA in year 1, positive cash in year 3, 648 deaths averted per year. The cheque barely changes as the plan grows, because each year's revenue buys the next year's machines and states: Southeast, South and the Federal District for 11 million; the whole of Brazil for 11.2 million, 35 machines, 2.4 million tests and 2,000 deaths averted a year, reaching 1.8 billion reais in revenue and 273 million in EBITDA by year 10. At universal screening, 18 to 26 thousand deaths are averted per year, Brazil's entire step, with 192 million reais of total capex, less than social security spends in two months on breast cancer sick leave. Outside Brazil, one billion women are in the same situation, served through licensing.
For the investor, saving half a million women is also an excellent business: in the Brazil scenario, the 10% bought today for 10.5 million reais, diluted to 9% in a Series A at three times the entry valuation in year 1, is worth 134 million in year 5 and 198 million in year 10, plus 59 million in dividends from year 4 onwards. That is 24 times the capital in ten years, 38% a year, in a business that pays for itself in three years and distributes from the fourth. The technology exists, the collection network exists, the first test has been sold. What is missing is scale. Screening is a right; Rosalind is the logistics that makes it possible.
Com o RosalindTest, podemos mudar isso.
Vamos salvá-las. Começando pelo Brasil.
Rastrear é um direito. A tecnologia já existe. O que falta é escala.
Um exame de sangue, coletado onde a mulher está: no posto de saúde, na empresa, em casa, num barco na Amazônia. A amostra viaja em temperatura ambiente; a máquina faz 8 mil exames por mês; o resultado chega antes do sintoma.
02 · É possível. E começa pequeno.
Na cobertura que o SUS já pratica (11% das mulheres por ano, o equivalente à mamografia bienal em 22%), o rastreio gera caixa desde o primeiro ano: a receita de cada ano compra as máquinas e os estados do ano seguinte. O capital externo cobre só o pico de caixa inicial. Clique em cada degrau.
Números do Rosalind Expansion Planner, cenário a R$ 535 por exame, faixa 42–69, com a taxa real de detecção do rastreio do SUS (5,4 cânceres por mil), 40% de casos que chegariam tardios e 40 pontos de ganho de sobrevida. Mortes evitadas é a métrica mais conservadora: cada uma delas vem acompanhada de 6 cânceres encontrados a tempo, de mamas preservadas e de meses de trabalho devolvidos.
Brasil · rastreio universal
Para comparar: hoje o SUS faz 4 milhões de mamografias por ano com mamógrafos concentrados nas capitais, e gasta R$ 102 milhões por mês só em auxílio-doença por câncer de mama (INSS, 2025).
Mundo · rastreio universal
O caminho é o mesmo do Brasil: operação própria onde provamos o modelo, licenciamento com royalties onde outros operam melhor. Em 10 anos, com o rastreio universal em um punhado de países grandes, a conta passa de centenas de milhares de mortes evitadas por ano.
Em dez anos, o que separa 21 mil mortes de 2 mil não é ciência nova. É cobertura.
03 · O que é o Rosalind
Hoje, 34,7 milhões de brasileiras de 40 a 74 anos deveriam fazer rastreio regularmente; o SUS faz 4 milhões de mamografias por ano. Essa lacuna de 30 milhões de mulheres por ano é o mercado do Rosalind no Brasil, e ele existe porque a mamografia exige o que o país não tem distribuído: mamógrafos, radiologistas e estradas. No mundo, são mais de 1 bilhão de mulheres na mesma situação.
Por que Rosalind
Rosalind Franklin fotografou a estrutura do DNA em 1952. Morreu de câncer aos 37, em 1958, sem o reconhecimento que a descoberta deu a outros.
Dar o nome dela a um exame que usa o que o sangue carrega para encontrar o câncer antes do sintoma é uma reparação histórica — e um compromisso: ciência feita para chegar a quem precisa, com crédito a quem a fez.
LiqSci · São PauloTecnologia licenciada da FMABCPublicado na Nature Scientific ReportsPrimeira comercialização já realizada
04 · Mamografia × RosalindTest
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| Mamografia | RosalindTest | |
|---|---|---|
| Onde acontece | ✓ Onde a mulher está: UBS, empresa, casa, barco. A amostra viaja | |
| Equipamento no ponto | ✓ Um tubo de coleta | |
| Quem interpreta | ✓ A máquina; resultado padronizado | |
| Capacidade | ✓ 8.000/mês por máquina na automação mínima de hoje (50 m²); com equipamentos maiores e ~50% a mais de investimento, 25 a 30 mil/mês (12 a 75×) | |
| O que o exame diz | ✓ Um sinal molecular no sangue, com 90,7% de sensibilidade e 96,5% de especificidade. Também confirma por biópsia, mas filtra antes: ~35 falsos positivos por mil, não 90 reconvocadas | |
| Radiação | ✓ Nenhuma | |
| Dor e compressão | ✓ Uma coleta de sangue | |
| Mulheres jovens e mamas densas | ✓ Não depende de densidade nem de idade: serve a qualquer mulher a partir dos 18 anos. O plano começa aos 42 por volume, não por limite do exame | |
| Cobertura hoje | ✓ Sem gargalo físico: escala por máquina, não por cidade | |
| O que se paga | ✓ R$ 535, preço cheio, o mesmo para SUS, empresa e particular. A conta fecha no tratamento evitado | |
| O custo real de chegar ao diagnóstico | ✓ ~R$ 99 mil brutos por câncer encontrado, e negativo líquido do tratamento evitado. Uma fila só: a mulher positiva entra na imagem e na biópsia com prioridade, e a coleta não exigiu viagem nem aparelho |
Mamografia no SUS · três filas
RosalindTest · uma fila
Não é um exame contra outro. É uma indústria do século XX contra uma logística do século XXI.
05 · A contabilidade da obsolescência
Levar a mamografia a 70% do Brasil
34,7 mi mulheres de 40–74, 70% a cada 2 anos = 12,1 mi mamografias por ano
O prejuízo de ficar como está · por ano
31 mil mulheres por ano diagnosticadas em estágio III/IV que poderiam ser I/II
O saldo com o RosalindTest
12,1 mi exames por ano, de 42 a 74, onde a mulher está: ~175 máquinas, 0 especialistas a formar, 4 a 6 anos por ondas
| Quanto custa, hoje, a vida de uma mulher | Mamografia como está | Rastreio universal com Rosalind |
|---|---|---|
| Por câncer encontrado (custo real do caminho) | R$ 25 mil | R$ 99 mil brutos · negativo líquido do tratamento evitado |
| Por vida salva, tratando quem chega tarde | R$ 1,3 mi (SUS) · R$ 5,1 mi (privado) | se paga |
| Por ano de vida ganho, líquido | — | R$ 18 mil (só SUS) · abaixo do limiar de R$ 40 mil |
| Prejuízo anual de ficar como está | R$ 6,3 bi + ~8 mil mortes + ~10 mil mamas | o prejuízo vira o orçamento do rastreio |
Mamografia: 2.000 aparelhos × ~R$ 1 mi instalado; 136 R$/mulher = SIGTAP + complementos + investigação (CISAMREC 2024, SISCAN). Saldo: 12,1 mi exames × preço, contra 12,1 mi × 5,4‰ × 40% × R$ 339 mil de economia média por diagnóstico antecipado (tratamento SUS + planos e afastamentos). Só o SUS: 75% dos exames, R$ 166 mil de diferença de custo por caso antecipado no SUS, Previdência proporcional. Prejuízo: 78.610 casos × 40% tardios × diferença de custo III/IV − I/II (SUS R$ 166 mil; privado por multiplicador); Previdência INSS 2025; mastectomias e mortes pelo modelo de distribuição por estágio. Rosalind: 12,1 mi × 5,4‰ × 40% × R$ 339 mil de economia média por diagnóstico antecipado (SUS + privado). Todas as premissas abertas no Expansion Planner.
06 · A conta fria
No cenário de São Paulo, o pagador gasta R$ 401 milhões por ano com o rastreio e deixa de gastar R$ 550 milhões em tratamento tardio no mesmo ano: o rastreio se paga. Contando só a economia do SUS, o custo líquido fica em R$ 18 mil por ano de vida ganho, abaixo da régua de R$ 40 mil que a CONITEC usa para incorporar tecnologias. Em qualquer cenário do plano, por exame vendido a R$ 535, a sociedade economiza mais de R$ 800.
| Caminho | Custo por paciente | Chance de sobreviver | Custo por vida salva |
|---|---|---|---|
| Rastrear com Rosalind e tratar cedo (líquido da economia) | se paga | 98% | se paga |
| Tratar quando chega tarde · SUS (estágio IV) | R$ 381 mil | 30% | R$ 1,3 mi |
| Tratar quando chega tarde · privado (estágio IV) | R$ 1,5 mi | 30% | R$ 5,1 mi |
| Tratar cedo · SUS (estágio I) | R$ 74 mil | 98% | R$ 75 mil |
Garantir o remédio para quem chega tarde é o caminho mais caro e o que menos salva. O rastreio é o que faz a mulher chegar cedo.
07 · A marca e a missão
Rastreio de câncer de mama nunca teve marca. Teve campanha de outubro. O Rosalind nasce para ser a marca que torna o rastreio um hábito de consumo, e não um evento de saúde pública.
O que o marketing de bens de consumo sabe fazer, e a saúde pública não: criar desejo, repetição e orgulho de pertencer. Um perfume é lembrado todo dia; um exame, uma vez por ano, se tanto. A missão é colocar o Rosalind onde a mulher já está, todos os dias, com as marcas que ela já escolhe.
A maior competição do mundo
Se a Rosalind virar a Coca-Cola do rastreio, que venha a Pepsi. Aqui, competir é salvar mais.
Marcas competem por atenção; esta competiria por cobertura. Quem rastrear mais mulheres, ganha. É a única corrida em que o segundo lugar também salva vidas.
Por isso a marca precisa de parceiras de consumo diário: absorvente, tênis, aplicativo de mobilidade, futebol. Não como patrocínio de outubro, mas como canal permanente de rastreio.
08 · Campanhas · collabs com marcas (conceitos, FutureBrand · out/26)
Sugestão de calendário: antes da Copa do Mundo feminina (2027), período de maior investimento de marketing das marcas. As marcas citadas são conceitos de collab, não parcerias firmadas. Dados usados nas campanhas: 57 mulheres morrem por dia de câncer de mama no Brasil; 95% de chance de cura quando diagnosticado precocemente; +14% de diagnósticos em mulheres com menos de 40 anos (2009–2020).
09 · Economics · a conta do investidor
Mexa nas premissas. Tudo recalcula na hora.
A empresa
Receita (barras), EBITDA e valuation por ano. Valuation = EBITDA × múltiplo, ou a última rodada, o que for maior.
O investidor-semente
Valor da fatia, dividendos do ano (barras) e acumulados. A distribuição começa quando o caixa já é positivo e as máquinas estão pagas.
| Ano | Receita | EBITDA | Valuation | Fatia | Vale | Dividendo | Acumulado | Múltiplo |
|---|
A diluição, sem rodeios
Quando o dinheiro volta
Para o investidor, o Rosalind é um negócio que se paga em três anos e distribui a partir do quarto. Para milhares de mulheres por ano, é a diferença entre achar cedo e achar tarde.
Premissas: cenários do Rosalind Expansion Planner (R$ 535 por exame, 42–69 anos, 11% de cobertura, 8 mil exames/mês por máquina); pre-money R$ 94 mi; Série A de 10% no ano 1 ao múltiplo escolhido sobre o post-money da semente; sem novas diluições depois; receita global de licenciamento não incluída. Modelo gerencial, não projeção auditada.
10 · Premissas e fontes
| Dado | Valor | Fonte |
|---|---|---|
| Casos e mortes por ano · mundo | 2,3 mi / 670 mil; 1,1 mi de mortes em 2050 | IARC/GLOBOCAN 2022, press release 361 (2025) |
| Casos e mortes por ano · Brasil | 78.610 (2026–28) / 20.993 (2024) | INCA; Ministério da Saúde (preliminar) |
| Estágio ao diagnóstico | ~40% III/IV no SUS; 18,5% em estágio I no SUS vs 40,6% no privado | INCA; parecer CBR/SBM/FEBRASGO/FEMAMA à ANS, 2025 |
| Casos antes dos 50 anos | ~44% (12% antes dos 40; 32% de 40–49); 22% das mortes antes dos 50 | Amazona I, citado no parecer acima |
| Cobertura da mamografia | 22–26% no SUS (50–69, bienal); 58% no privado; meta 70% | INCA 2024; deck LiqSci; MS |
| Rastreio do SUS · desempenho | 5,4 cânceres por mil rastreadas; 9% reconvocadas; 1,6% biópsias | SISCAN 2018-19 (50–69 anos) |
| Mamografias no SUS | 4,4 mi em 2024 (4,0 mi de rastreio) | INCA, Dados e Números 2025 |
| Tabela SUS | Mamografia de rastreio R$ 45; USG R$ 24,20; PAAF R$ 66,48; anatomopatológico R$ 45,83; complementos até R$ 100 (mamografia) e R$ 450 (biópsia guiada) | SIGTAP 10/2026; CISAMREC/SC 2024; Curitiba 2024 |
| Mamografia · preço particular | R$ 130 a R$ 300 em São Paulo capital; R$ 80 a R$ 300 no país; tomossíntese até 50% a mais; hospitais de ponta sob orçamento | Levantamento Hapvida/tabelaplanos 2026; Eigier Diagnósticos; Sírio-Libanês (tabela pública só de cirurgias) |
| Biópsia e ultrassom · particular | Core biopsy guiada por ultrassom a partir de R$ 1.563; ultrassom de mamas R$ 107 | CDB Diagnósticos, São Paulo, out/2026 |
| Tempo até o diagnóstico e o tratamento · SUS | ~50 dias até o diagnóstico, ~75 até o tratamento; mais de 150 no Norte e Nordeste; a lei prevê 30 e 60 | Movimento TJCC / g1, 2025; Lei 14.758/2023 (PNPCC) |
| Biópsias BI-RADS 4 benignas | ~70% | ACR BI-RADS (VPP de 2 a 95% na categoria 4); imprensa, out/2026 |
| Rosalind · acurácia | Sensibilidade 90,65%; especificidade 96,47%; ~2.000 mulheres na coorte | Validação clínica FMABC / LiqSci; Scientific Reports (Nature), 2021 |
| Custo de tratamento por estágio · SUS, 3 anos | I R$ 73,7 mil · II R$ 144,3 mil · III R$ 169,4 mil · IV R$ 380,8 mil | JBES (tabela SIGTAP); Observatório de Oncologia 2024 |
| Radiação da mamografia | ~0,4 mSv/exame; ~125 cânceres induzidos e 16 mortes por 100 mil mulheres em rastreio anual 40–74 | Miglioretti et al., Annals of Internal Medicine, 2016 |
| Previdência · câncer de mama, 2025 | 51.812 auxílios temporários (R$ 102 mi/mês); 4.015 aposentadorias (R$ 82 mi/ano) | INSS/Dataprev (referência a citar) |
| Campanhas · dados | 57 mortes/dia; 95% de cura precoce; +14% diagnósticos <40 anos (2009–2020); 77% dos municípios sem mamógrafo; 50% sem laboratório | Deck de ideias FutureBrand × RosalindTest, out/26 |
| Capacidade de um mamógrafo | 400 a 650 exames/mês (~6 mil/ano) | parâmetro assistencial do MS; estimativa LiqSci |
| Limiar de custo-efetividade | R$ 40 mil por ano de vida ajustado | CONITEC, 2022 |
| Rosalind · preço, custo, capacidade | R$ 535 baseline; custo direto R$ 210; 8 mil exames/mês por máquina (automação atual, 50 m²), 25–30 mil com equipamentos maiores (+50% de capex); capex ~R$ 400 mil | Modelo Financeiro RosalindTest 36M v1.1; LiqSci |
| População | 28,7 mi mulheres de 42–69; 34,7 mi de 40–74; ~1 bi de 42–69 fora do Brasil | IBGE Censo 2022 (aprox.); UN WPP |
Projeções do Rosalind Expansion Planner (LiqSci · Sthorm): modelo gerencial para planejamento, não substitui projeções auditadas. Mortes evitadas = exames × 0,54% × 40% × 40%; cada morte evitada vem com ~6 cânceres encontrados a tempo e ~2,5 diagnósticos antecipados.